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quarta-feira, 13 de junho de 2012

A BENÇÃO DA VIDA




A vida é o maior espetáculo do Universo. Ela existe por todo o lado no nosso planeta e também por todo o Cosmos sob as mais diferentes formas. 

Você também é vida! A vida está em si, em cada molécula do seu corpo, em cada clique do seu pensamento, em cada sentimento e emoção!

Não deixe que a rotina e a vulgaridade tornem a sua vida numa mesmice! Assuma a plenitude da sua personalidade, da sua individualidade. 

Exponha-se a tudo aquilo que possa ser positivo e representar uma mudança qualitativa na sua vida. 

Embora o nosso bem-estar esteja muito dependente de fatores externos nós podemos aprender a lidar com as adversidades e a tudo aquilo que tenda a empurrar-nos para uma vida monótona.

A nossa integridade psicológica, física, moral e social depende muito do tipo de comportamento que assumimos, da forma como nos posicionamos existencialmente e das estratégias que escolhemos para viver.

Exponha a sua vida ao que de melhor a vida lhe pode oferecer: pessoas boas, pessoas interessantes, pessoas sábias, conhecimentos humanistas e, sobretudo, aposte no seu amor-próprio.

Faça da sua vida um hino à alegria!!!

Nelson S. Lima
Fundador do Instituto da Inteligência
Fonte: http://www.facebook.com/institutodainteligencia

Maria Antónia Calvo

Doença de Parkinson


 Doença de Parkinson


Retirado do link: [2012.06.13]. saude-joni.blogspot.com

Descrita primeiramente por James Parkinson em  "An Essay on the Shaking Pulse" (1817) a doença de Parkinson é um dos distúrbios do movimento que mais acomete os idosos.
É caracterizada por quatro sinais essenciais: rigidez, tremor, bradicinesia, e instabilidade postural. Há também comprometimento cognitivo que, aliado ao distúrbio motor, gera incapacidade comparável aos acidentes vasculares cerebrais.
A doença de Parkinson é um desequilíbrio do sistema nervoso central que afecta milhares de pessoas. Porque não é contagioso e não tem que ser relatado por médicos, a incidência da doença é frequentemente subestimada. A doença de Parkinson pode aparecer em qualquer idade, mas é pouco comum nas pessoas com idade inferior a 30 anos, o risco de desenvolvê-la aumenta com a idade. Ocorre em todas as partes do mundo, e os homens são ligeiramente mais afectados do que mulheres.
A Doença de Parkinson é uma doença crónica que afecta o sistema motor.
Designada como, Parkinsonismo, síndrome de Parkinson, parkinsonismo atípico ou parkinsonismo secundário
Envolve os movimentos corporais, levando a tremores, rigidez, lentidão dos movimentos corporais, instabilidade postural e alterações da marcha.
Trata-se de um síndrome específico caracterizado por tremor, hipocinesia, rigidez e instabilidade postural A causa mais comum de parkinsonismo é a condição neurodegenerativa conhecida como doença de Parkinson, entretanto, o parkinsonismo pode ser causado por diversas outras doenças, inclusive algumas toxinas, algumas doenças metabólicas, e outras condições neurológicas.
A doença de Parkinson é idiopática, ou seja é uma doença primária de causa obscura. Há degeneração e morte celular dos neurónios produtores de dopamina. É possível que a doença de Parkinson seja devida a defeitos subtis nas enzimas envolvidas na degradação das proteínas alfanucleína e/ou parkina (no Parkinsonismo genético o defeito é no próprio gene da alfanucleína ou parkina e é mais grave). Esses defeitos levariam à acumulação de inclusões dessas proteínas ao longo da vida (sob a forma dos corpos de Lewy visíveis ao microscópico), e traduziriam-se na morte dos neurónios que expressam essas proteínas (apenas os dopaminérgicos) ou na sua disfunção durante a velhice. O parkinsonismo caracteriza-se pela disfunção ou morte dos neurónios produtores da dopamina no sistema nervoso central. O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, pars compacta, presente na base do mesencéfalo. Estudos recentes dizem que a doença de Parkinson pode estar ligada a vitamima D.
Embora cada caso mereça ser analisado de forma particular, outra causa comum do Parkinsonismo é o efeito colateral de medicamentos, principalmente os neurolépticos antipsicóticos, como as fenotiazinas (tais como a clorpromazina e a perfenazina), os tioxantenos (como o flupenthixol e o zuclopenthixol) e as butirofenonas (como o haloperidol), as piperazinas (tais como a ziprasidona) e, raramente, os antidepressivos.
A doença de Parkinson (DP) é dita idiopática, isto é, sem causa definida, mas outras formas de parkinsonismo, como os casos genéticos ou secundários a outras doenças ou exposição a substâncias, e mesmo os chamados parkinsonismos atípicos podem existir, acometendo pessoas de todas as idades e sexos, mas com prevalência maior em pessoas acima de 60 anos de idade.
O local mais importante, mas não primordial, já que outras estruturas como placas intestinais e bulbos olfatórios podem ser lesados antes mesmo da degeneração da substância negra de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, pars compacta, presente na base do mesencéfalo. Entretanto, vários outros locais são acometidos durante o desenvolvimento da doença, mesmo fora do sistema nervoso central, dando ao Parkinsonismo um caráter complexo e multisistêmico. O neurotransmissor deficiente, entre outros, é a dopamina, produzido pela substância negra, pars compacta. Entretanto, outras estruturas além da substância negra podem estar acometidas (locus ceruleus, núcleo dorsal da rafe, núcleo pedúnculo-pontino), levando a anormalidades de outros neurotransmissores, como a serotonina, a acetilcolina e a noradrenalina. As zonas afectadas no Parkinsonismo têm funções de controlo motor extra-piramidal, ou seja, elas controlam os movimento inconscientes como por exemplo os dos músculos da face (da comunicação emocional inconsciente) ou os das pernas quando o indivíduo está de pé (não é necessário normalmente pensar conscientemente em quais músculos contrair e relaxar quando estamos de pé mas eles contraem-se de qualquer forma). Além disso, esses neurónios modificam os comandos conscientes básicos vindos dos neurónios corticais motores de forma a executar os movimentos de forma suave e sem perder o equilibrio. Também é esse sistema extra-piramidal que impede que haja contracção e relaxamento continuo e alternado dos músculos agonistas e antagonistas aquando dos movimentos de precisão (segurar um objecto), calculando inconscientemente o equilibrio exacto necessário desses músculos para o objecto ficar fixado. A forma predominante de Síndrome de Parkinson é a Doença de Parkinson, idiopática e ligada ao envelhecimento. Contudo há outras formas de Parkinsonismo com outras etiologias mas a mesma manifestação clínica. Neste grupo incluem-se os Parkinsonismos secundários, com doença primária que lesa os núcleos basais, como encefalites (infecções virais, por exemplo); doença de Wilson (distúrbio do acúmulo de Cobre em diversos órgãos incluindo o cérebro); uso de longo termo de determinados fármacos antipsicóticos.

Texto referente a trabalho realizado por Deolinda Brito na disciplina de Metodologia,
Deolinda Brito, nº4, 2º ano

Guerra colonial, um trauma "esquecido"


Guerra colonial, um trauma "esquecido"
REALIDADES
Pelo gabinete da psicóloga Teresa Infante, na Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), em Lisboa, passou em 2007 certamente mais de uma centena de ex-combatentes.
O trauma das experiências dramáticas que viveram na guerra, para a qual dizem não ir minimamente preparados, é praticamente comum a todos
”. Refere-nos a mesma Psicóloga, “De uma forma geral, todos os antigos combatentes que sofrem de stress pós-traumático, têm os mesmos sintomas. Foi tão intensa a experiência da guerra que não esquecem, mesmo passados mais de 30 anos desde os acontecimentos.
O “stress” pós-traumático é uma forma de ansiedade após um acontecimento extremamente traumático. Os sintomas são vários, nomeadamente pensamentos ou pesadelos relacionados com os traumas, medos, falta de apetite, ansiedade, depressão, insónia, alterações da memória e choro.
Alguns dos antigos combatentes procuram ajuda, contudo no Serviço Nacional de Saúde para obter apoio psiquiátrico ou psicológico não é fácil de encontrar, mesmo depois de o Governo ter criado, em 1999, a Rede Nacional de Apoio aos Militares e Ex-Militares, que entrou em funcionamento dois anos depois.
Também na instituição (ADFA), existem ainda militares que combateram nas guerras da ex-Jugoslávia e Afeganistão e que procuram ajuda.
Sem rede de apoio, familiar ou institucional, alguns dos ex-combatentes refugiaram-se no álcool e nas drogas, inclusivamente há quem viva hoje nas ruas de Lisboa.


PROBLEMAS COM O AVANÇAR DA IDADE
Com o avançar da idade, quando as pessoas se reformam ou, por qualquer motivo, ficam desempregadas, são quando os problemas têm tendência para se tornar mais graves.
"Está também associado à revolta que sentem numa fase mais avançada da vida, em que se sentem mais impotentes perante a doença e vêem que não têm reconhecimento por parte de quem poderia agora ajudar", Sónia Coutinho,  psicóloga da Associação Portuguesa de Veteranos de Guerra.
Citemos o caso do ex-combatente Jorge CoelhoJorge Coelho, cabo de transmissões em Angola de 1974 até ao final da guerra, que procurou apoio na APVG quando ficou desempregado.
"Na situação em que me encontro recordo com mais frequência os episódiosepisódios da guerra", conta. "Basta haver um dia em que se ande mais enervado, tem-se logo pesadelos. Acordo e vejo que não é nada, mas são sempre momentos complicados."
A psicóloga Susana Martinho de Oliveira confirma a relação directa entre fases de maior “stress” e o agravamento dos sintomas da PTSD. "É uma doença de altos e baixos. Há alturas em que eles melhoram, mas outras em que, perante situações de stress, pioram".
A DOENÇA PTSD
A PTSD trata-se de uma doença crónica, que se deve à exposição a situações consideradas excessivamente perturbadoras. Segundo Afonso de Albuquerque, os sintomas passam pela reviver dos acontecimentos traumáticos, através de pesadelos ou flashbacks, pela evitação sistemática dos estímulos associados, em que a pessoa se recusa a falar do assunto ou a ver filmes ou notícias de guerra, e por sinais de hiper-actividade neuro-vegetativa, demonstrados, por exemplo, em reacções de alarme motivadas pelo som de foguetes.
A DOENÇA DE ALZHEIMER
Um estudo norte-americano realizado a veteranos de guerra, questiona novas preocupações sobre os danos cerebrais ligeiros que milhares de soldados norte-americanos sofreram na sequência de explosões em conflitos porque é maior o risco de desenvolvimento de Alzheimer ou outra doença.
O estudo, apresentado no âmbito da Conferência Internacional da Associação Alzheimer, que decorreu em Paris (2010), desafia a actual visão de que apenas as lesões cerebrais moderadas e graves tornam as pessoas predispostas para a demência.
“Mesmo uma concussão ou uma lesão cerebral ligeira pode colocar a pessoa em risco”, afirmou a neuropsiquiatra Laurie Ryan, que trabalhou no “Walter Reed Army Medical Center" e que supervisiona a atribuição de apoios no âmbito da Alzheimer à terceira idade nos Estados Unidos.
Os investigadores analisaram registos médicos de 281.540 veteranos de guerra apoiados pelo Estado entre 1997 e 2000 e que tiveram pelo menos uma vez uma visita de acompanhamento entre 2001 e 2007.
As pessoas avaliadas no âmbito do estudo tinham pelo menos 55 anos, sendo que nenhuma estava diagnosticada com problemas de demência no início da pesquisa.
O grupo foi escolhido como amostra, uma vez que os problemas de demência se desenvolvem já numa idade avançada e os investigadores precisavam de casos suficientes para poder fazer comparações entre quem tem e quem não tem danos cerebrais.
Os registos mostram que cerca de 5.000 veteranos sofreram traumatismos cerebrais, desde concussões a fracturas cranianas.
Os militares terão de ser acompanhados de perto nos próximos anos, devendo ser-lhes facultado tratamento para o “stress” pós-traumático, depressão e outras patologias que podem conduzir a problemas cognitivos, dizem os peritos.
REGISTOS NA PRIMEIRA PESSOA
António Lopes,
"Ainda hoje tenho sonhos em que julgo que ando no mato aos tiros", conta o ex-combatente vítima de Perturbação de Stress Pós-Traumático (PTSD), vulgarmente conhecida como Stress de Guerra ou Stress Pós-Guerra.
Com dificuldade em lembrar-se do nome completo da doença,  António sabe que sofre de um qualquer trauma causado pela guerra. Sabe, também, que desde o dia em que chegou a Angola, e assistiu à morte de dois camaradas de armas. A partir daí, nunca mais voltou a ser a pessoa que era antes de daquele dia em que deixou o país de farda militar envergada.
Jorge Coelho,
Quando regressei, era uma pessoa completamente diferente" .
O ex-combatente conta que se tornou numa pessoa mais nervosa. "Quando eu era solteiro não era assim tão nervoso. Quando regressei, era uma pessoa completamente diferente", compara. "Muda-se muito. A cabeça começa a trabalhar demasiado e deixa de haver sossego", explica. E, na verdade, dizdiz com angústia, é a família que acaba por sair prejudicada.
Ex-alferes Henrique Vieira, um sem-abrigo de Faro,  
Este sem-abrigo de Faro, chegou com um sorriso rasgado e lágrimas nos olhos ao centro de reinserção social da Comunidade Vida e Paz, em Sobral de Monte Agraço.
Alferes na guerra em Angola (1970-1973), de 56 anos, paralisado e numa cadeira de rodas, não consegue extrair da memória as imagens da guerra.
A guerra não estava a terminar porque não sonhávamos com o 25 de Abril”.
 A pressão emocional, devido ao stress de guerra, tê-lo-á conduzido ao consumo de liamba e de bebidas alcoólicas, deixando-o num “estado de nervos”, que o levava “a correr com os filhos e a mulher de casa”, motivando o divórcio, que o separou para sempre da esposa.

MULHERES DOS EX-COMBATENTES

Nunca estiveram no Ultramar, mas vivem no seu quotidiano uma guerra que os maridos arrastam à 40 anos. As mulheres dos ex-combatentes herdaram sintomas do “stress” pós-traumático, uma doença "contagiosa" que lhes deixou marcas para a vida.
Numa troca de correspondência, juraram amor em tempos de guerra e desejaram chegar o dia em que os seus homens regressariam. Todas elas esperavam por eles, por quem se tinham apaixonado, mas viram e sentiram desembarcar homens sombrios, diferentes daqueles que tinham embarcado.
"Cheguei a ir a um bruxo, porque pensava que ele tinha alguma coisa do outro mundo dentro dele. Vinha diferente e ninguém sabia o que ele tinha, ninguém o reconhecia", recorda Lucília, que encontrou uma resposta no grupo de auto-ajuda da Associação de Apoio aos Ex-Combatentes Vítimas do Stresse de Guerra (APOIAR).

Fonte: Trabalho desenvolvido por Deolinda Brito, relativo ao estágio de 2010/2011 
Deolinda Brito, nº4, 2º ano 

domingo, 10 de junho de 2012

SAÚDE MENTAL


“O envelhecimento bem sucedido, ou seja, com qualidade, depende da percepção que o idoso tem de si, do meio que coabita, das expectativas de vida e redes sociais que construiu e da sua cultura”. (Marujo, J. in III Jornadas de Gerontologia Social, Braga, 2012).
A qualidade, com dignidade, dos serviços a prestar aos idosos depende da formação cívica e formativa dos cuidadores.
É da responsabilidade do Gerontólogo fomentar ações de formação para prestadores de cuidados formais e informais, sendo uma das suas competências sistémicas-Criação, desenvolvimento e implementação de programas de prevenção e promoção da saúde e bem-estar no idoso. 

Exemplo duma sessão de educação para a saúde:

Tema- Demência
}  Conceito:
Presença de diminuição da capacidade cognitiva, demonstrado por:
perda de memória - compromisso da linguagem - compromisso da realização de gestos coordenados e eficazes - compromisso do reconhecimento ou pensamento abstracto
Estas alterações são permanentes e vão progredindo ao longo do tempo.

Principais sintomas comportamentais:
Indiferença/Depressão/Ansiedade/Agitação/Agressividade/Irritabilidade/Delírio/Euforia/ Desinibição/ Alterações do Sono/ Alteração do Apetite, etc.

Principais obstáculos:
   Os utentes com demência sentem maior dificuldade em realizar as atividades de vida diária.
   Iniciar a tarefa/ Manter atenção/ Localizar os objetos
   Utilizar corretamente os utensílios/ Manter a segurança
   Terminar a tarefa

}   Como agir quando se prestam cuidados à pessoa com demência?

Ver o Utente como pessoa:

Qual a sua História de vida? Onde nasceu? Casado ou solteiro? Filhos/netos?
Qual é a sua cultura? Quais são as suas crenças? Qual é a sua religião?
Quais são os seus hábitos de higiene? E os de alimentação?
Gosta de tomar banho/lavar a cabeça de quantos em quantos dias?
Ordem pela qual gosta de fazer a higiene?
Ordem pela qual gosta de fazer a sua refeição?
Quais são as suas preferências?
Quais são as actividades que mais gostam?
Gosta de ler? Ver televisão?
Quais as suas capacidades?
O que ainda conseguem fazer sozinhos?

 Como agir?
Quando um utente com demência tem comportamentos agitados?
Tentar conversar com o utente e orientá-lo;
Não contrariar;
Chamar os técnicos de serviço.

Concluindo:
Tratar os utentes como pessoa – Humanização dos cuidados;
Adaptar-se ao utente e não ao contrário.















Teresa Castanheira 2ºGS nº14

SAÚDE MENTAL


Com os progressos científicos e tecnológicos da medicina a sociedade beneficia de um aumento do tempo médio de vida. O aumento dessa longevidade acarreta inúmeros desafios no domínio da saúde (física e mental).
Se por um lado as politicas de saúde apoiam o envelhecimento activo, promovendo uma melhor qualidade de vida, incentivando os idosos na prática de exercício físico, numa melhor alimentação e abandono de hábitos tabágicos/alcoólicos, visando a melhoria e qualidade da sua saúde física; por outro, verifica-se que os idosos institucionalizados e os que procuram a sua integração em lar, na sua grande maioria apresentam a sua saúde mental comprometida, com declínio acentuado das funções cognitivas e sinais de demência.
Compete ao Gerontólogo, dentro das instituições (lares, residências assistidas, centros de dia e convívios, etc.) promover programas educacionais aos cuidadores formais (ajudantes de lar e auxiliares de acção médica), para sensibilização relativamente à sua metodologia de acção, de modo que estes respeitem os sentimentos dos utentes com demência.
Numa sessão de Educação para a Saúde (aprox.25m), o Gerontólogo tem como objectivos específicos:
·         Auxiliar as assistentes de lar a desenvolverem estratégias de interacção com estes utentes.
·         Ensinar/Recordar às assistentes o que é a demência e quais os principais sintomas e manifestações.
·         Capacitar as assistentes a adaptarem-se às necessidades destes utentes.

Planeamento de intervenções ou actividades formativas:
Sessão de Educação para a Saúde Mental (20/25m.)
1.    Introdução (5minutos)
O que é a demência?
2.    Principais manifestações de demência (15/20m.)
·         Diminuição de memória
·         Afasia
·         Apraxia
·         Agnosia
3.    Exemplos práticos (5minutos).















Teresa Castanheira 2º GS nº14