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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Eu e o Idoso

....Era uma vez uma menina que cresceu e se fez mulher e que continua a gostar e acima de tudo a respeitar o IDOSO.
Hoje, tendo eu 45 anos e os meus pais 80 anos, vivo a realidade da terceira idade bem próxima de mim, o que ainda aumentou mais a minha curiosidade pelo curso de Gerontologia Social.
Sendo a Gerontologia, a ciência que estuda o processo de envelhecimento humano, cabe-nos a nós futuros Gerontólogos, divulgar e ajudar a um envelhecimento activo, para que o IDOSO tenha qualidade de vida e seja tratado com dignidade.
…De repente … começo a sentir que o tempo passa, que os ponteiros do relógio avançam e que gradualmente todos ficamos mais velhos, independentemente do estatuto, da raça, sexo ou credo. Ao longo da minha caminhada tenho sentido dificuldades e limitações em  entender o IDOSO, ainda mais quando penso na doença do meu pai, a doença de Alzheimer,  mas tento continuar o meu percurso e conquistar o espaço entre mim e o sénior.
Através da Gerontologia, tenho aprendido que o mais importante, é respeitar o IDOSO e aquilo que ele representa na sociedade, para mim, para nós, para os outros, para o próprio. A idade é inevitável, mas há coisas que a tornam mais jovem e feliz. A tecnologia é disso um exemplo: os telemóveis, o i-phone, o i-pad, o facebook, as redes sociais, poderão ter um impacto social e psicológico enorme no IDOSO, mantendo-o vivo, mais próximo dos que lhes são queridos, com mais segurança e com maior acesso à informação. A tecnologia melhora a vida, tornando-a mais confortável e facilita a locomoção.
A mim, resta-me contribuir para a qualidade de vida do IDOSO, para o sucesso da velhice e apelar a todos que vejam o IDOSO como um sábio, aquele que plantou a semente, que outras gerações irão colher…

Natália Fonseca      2º Ano de Gerontologia Social

18 de Novembro 2011
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