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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sexo é a chave da felicidade para os idosos


08 de Dezembro 2011



Só para quebrar o estereótipo!


Segundo o levantamento realizado  no Encontro Anual da Sociedade Americana de Gerontologia a 238 pessoas com mais de 65 anos de idade revela-nos que a frequência da actividade sexual nos idosos tem a ver com a sua felicidade. Por outras palavras, a actividade sexual entre idosos vai ser importante na medida em que pode melhorar o bem-estar físico e psicológico e também emocional do casal.
Estatisticamente, 60% dos idosos faziam sexo mais de uma vez por mês, consideravam-se como “muito felizes”; 40% dos idosos não tiveram qualquer relação sexual nos últimos dois meses.
Quando esse grupo de idosos foi questionado sobre a felicidade do seu casamento, 80% dos que faziam sexo com mais frequência disseram que eram felizes e 59% não possuía vida sexual.

 Adrienne Jackson (autora da análise e professora da Universidade Agrícola e Mecânica da Flórida, nos Estados Unidos) afirma que “Ao destacarmos a relação entre sexo e felicidade, podemos desenvolver e organizar intervenções específicas na saúde sexual dos idosos, um segmento crescente da nossa população”.


Catarina Patrocínio

Nº1, 2ºGS



Idosos com vida sexual ativa são mais satisfeitos no casamento e com a vida em geral

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Casos de violência sobre idosos mais denunciados

Texto Original

Com a colaboração da Associação Prtuguesa de Apoio á Vitima (APAV) e a participação também de alguns idosos utentes da vizinha Casa S.Pedro, a Misericórdia de Alverca organizou, no dia 25 de Outubro, uma sessão sobre o tema "A violência na terceira-idade".
Joana Menezes, têcnica da APAV, explicou que este tipo de problemas tem vindo a crescer ou pelo menos  é mais denunciado. São situações que ocorrem sobretudo no seio familiar e no ambiente onde o idoso vive, mas que as vítimas  muitas vezes não denunciam, por vergonha, por medo ou pr desconhecimento dos seus próprios direitos.
Só entre 2000 e 2009, a APAV teve conhecimento de 8124 crimes de violência doméstica contra pessoas idosas e de 976 casos de crimes contra  património de pessoas idosas. A especialista da APAV frisou que esta violência pode manifestar-se pelas mais variadas formas, desde a agressão,psicológica ou sexual até ao abandono e á negligência. Existem também os chamados casos de "violência financeira" em que terceiros se procuram apropriar de bens dos idosos, abrigá-los a assinar documentos ou tentam tomar decisões por eles sobre os seus bens.
Joana Menezes recomendou aos cerca de 40 idosos que assitiram à sessão que denunciem sempre situações que sejam vítimas. "Não devem permitir que os tratem como crianças, não se devem calar, devem gerir as vossas contas e bens, nâo devem ter vergonha de apresentar queixa às autoridades, à Segurança  Social ou à APAV e não se devem isolar", referiu, acrescentado que têm aumentado os casos de idosos que são vítimas de atitudes familiares ou de outras pessoas mais chegadas e também os casos de assaltos e de burlas.

Texto Modificado

No dia 25 de Outubro de 2011 foi realizada uma sessão na Misericórdia de Alverca sobre a “Violência na Terceira Idade” , quem realizou  esta sessão foi a Misericórdia de Alverca com a colaboração da APAV ( Associação de Apoio à Vitima) , e a audiência era constituída por idosos. 
Segundo Joana Menezes, técnica da APAV este tipo de problemas têm vindo a crescer ou são mais denunciados. Estas situações ocorrem no seio da família e no ambiente onde o idoso vive, muitas vezes as vitimas não denunciam o caso por terem vergonha, por terem medo ou por desconhecimento dos seus próprios direitos.
Entre 2000 e 2009, a APAV teve conhecimento de 8124 crimes de Violência Domestica contra os idosos, esta violência pode-se manifestar das seguintes formas: agressão, psicológica ou sexual, abandono e  neglicência. Existem casos de ” Violência Financeira”, em que terceiros apropriam-se dos bens dos idosos, do dinheiro, obrigam-nos  a assinarem documentos e tentam tomar decisões em seu nome.
Têm aumentado os casos da violência nos idosos por parte dos familiares ou por pessoas que lhes são chegadas, são vítimas de burlas ou de assaltos.
A técnica da APAV, disse aos idosos presentes na sessão que denunciassem sempre os casos de violência. Ainda referiu que não deviam ter vergonha em denunciarem o caso à Segurança Social ou à APAV e que não se devem isolar.


Opinião

 Quando os idosos sofrem de algum tipo de violência, devem denunciar o caso, pois existem associações e pessoas que podem ajuda-los a ultrapassar aquilo que estão a viver.
Muitos idosos não denunciam por vergonha, por medo ou porque não sabem os direitos que têm.   A vergonha social ( os que os outros vão dizer ) por vezes também é um obstáculo.
Muitas vezes estes actos de violência são cometidos  por familiares do idoso.  É importante  conhecer  o meio em que ele vive se não está em situação de abandono, muitas famílias abandonam os seus idosos, ou de coacção. Há famílias que têm os idosos em casa, porque querem ter acesso aos seus bens, e muitas vezes tomam decisões sem estes terem conhecimento.
Muitos idosos isolam-se porque tem vergonha que as pessoas saibam daquilo que estao a passar, e muitas vezes são desconfiados quando alguém lhes quer ajudar pois pensam que  lhes vai acontecer  o mesmo.
É necessário consciencializar o idoso que estas situações são crimes e que devem ser denunciadas.

Esta Nóticia foi tirada do Jornal Voz Ribatejana, dia 9 de Novembro de 2011.


















Longevidade. Desafios e Respostas


O que entendemos nós pelo conceito “envelhecer”?
                                                                 http://www.laridosos.net/porque-e-como-se-envelhece-longevidade/
Esta palavra representa nos dias de hoje um fenómeno complexo e, diria, tabu, pois constitui um processo subjacente a todo e qualquer ser humano, e, por conseguinte ninguém ouse afirmar que é algo que só acontece aos outros ou ao vizinho. Envelhecer apresenta-se como um acontecer concreto no tempo e no espaço de todo o ser humano desde que nasce até que morre, e a mudança do corpo torna-se visível aos nossos olhos. É então importante referir que um estilo de vida saudável e uma preocupação com a manutenção da saúde faz parte integrante da jornada do Homem pela Terra, e, também, um empenho na qualidade de vida para uma longevidade saudável.
A longevidade incorpora a saúde física, as relações sociais, as crenças religiosas, o nível de dependência, o bem-estar mental; psicológico e emocional, o meio ambiente e por último os objectivos; os padrões; as expectativas e as preocupações da pessoa. Por conseguinte, este conceito adequa-se inteiramente com o processo do envelhecimento.
Com o avançar da idade surgem os estereótipos. Estes dão conta, na maioria, de que o idoso se torna inutilizado e carecido de qualquer actividade e função, dado que a jovialidade é o momento em que se consegue atingir e alcançar todas estas exigências impostas pela sociedade. É, pois, de suma importância acabar com estes estereótipos e apresentar os vários motivos e causas pelas quais é essencial apostar numa qualidade de vida e dar a conhecer o quão importante é o envelhecimento aliado a uma longevidade saudável e, de referir que a ancianidade com qualidade de vida requer que se respeitem os direitos de liberdade e igualdade, sendo importante que o idoso continue a desenvolver actividades e que possua uma participação activa no seu meio, desde a família, aos amigos e na sociedade. Esta faixa etária tem o direito de viver a vida com qualidade como qualquer outra pessoa e deixar para trás a ideia de que todos os idosos são débeis, surdos, senis e que não se conseguem adaptar à mudança.
Mundialmente o fenómeno do envelhecimento está acima da natalidade, observando-se um crescente de pessoas envelhecidas em quase todo o mundo. Contudo, o envelhecimento é, na maioria considerado um facto negativo, quando deveria ser visto como um benefício e uma experiência positiva, dado que é um processo composto por experiências de vida, de desenvolvimento e de sabedoria.
Para finalizar resta referir que, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), no ano de 2025 haverá mais de um bilião de pessoas com mais de 60 anos, sendo que ano de 2050 o número duplicará. Face e estas estatísticas é importante apostar numa qualidade de vida redobrada para que a longevidade não seja um peso mas uma dádiva.

Deolinda
2º Gs