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sábado, 26 de novembro de 2011

O AMOR E O SENTIDO DA VIDA


Seria uma mais-valia para toda a sociedade a existência de um conhecimento mais aprofundado sobre a Gerontologia e todo o processo de envelhecimento inerente à vida.
Desde que nascemos até à morte estamos num processo de envelhecimento gradual, desta forma seria importante que todos os indivíduos tivessem esta consciência.
A consciência que todo este processo de envelhecimento não pode passar por nós sem pensarmos nele, sem percebermos que em cada dia que passa estamos a construir passo a passo o caminho para a nossa velhice, e se todos nós queremos ter uma velhice feliz e digna, tal como queremos que tudo o que iremos percorrer até lá seja com qualidade, desta forma temos que iniciar o mais cedo possível a construção da uma vida com qualidade.
Hoje mesmo vamos todos dar mais atenção e valor à vida!
Vamos procurar ter uma alimentação saudável, fazer exercício físico, procurar dar atenção aos sinais de alerta do nosso corpo, como por exemplo parar para pensar quando o nosso corpo nos responde com “dor”.
Não podemos descorar que a dor é um sinal de alerta, é um alerta que temos que saber ouvir e perceber e não esquecer que por vezes a dor do corpo é uma enfermidade da alma.
Hoje em dia uma das doenças da moda é o “stress”.
Como todas as outras, esta é também uma doença que temos que começar a ouvir e descortinar os sinais de alerta que nos chegam através do nosso corpo (dores de estômago, falta de apetite, apatia, etc ).Quando estes sinais aparecem é importante ouvi-los e tentar perceber qual a sua origem.
Uma boa saúde física só existe se a nossa saúde mental estiver bem alimentada e vice-versa, por isso é importante dar ouvidos ao nosso “eu”, aprender a relaxar nos momentos menos bons, parar quando o nosso corpo nos pede repouso e acima de tudo AMAR.
O amor é a cura para muitas enfermidades.
Vamos amar e procurar o sentido da vida, com esta receita magnifica, teremos certamente um processo de envelhecimento mais feliz e iluminado, e até ao nosso ultimo suspiro viveremos com a certeza que tudo o que vivenciámos até aquele momento, valeu a pena!

Cristina Braz
2ºAno-Turma GS
Lisboa, 26 de Novembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Principais causas de morte em Portugal

Os progressos das ciências da saúde, nas últimas décadas, têm tido um papel fundamental para o aumento da longevidade, mas em Portugal a realidade fica ainda abaixo dos padrões europeus, assim os últimos anos de vida são, muitas vezes, acompanhados de situações de fragilidade e de incapacidade.
Em Portugal, as principais causas de mortalidade em idosos são:
*  O acidente vascular cerebral (AVC) - esta  é a primeira causa de morte e um dos maiores motivos de incapacidade, (39% do total de óbitos);

*      Os tumores malignos, (20% do total de óbitos);
Estes dois grupos perfazem 59% do total de óbitos em 2000, segundo o INE.

*      As doenças do aparelho respiratório, (pneumonias).

Causas de morte não natural:
*      Acidentes domésticos e de viação, (as quedas são a primeira causa de morte a partir dos 75 anos).

*  Suicidios, (Segundo o INE, a taxa deste tipo de mortalidade sem uma causa definida em 2008 ascende aos 64,5 por cem mil habitantes).

O envelhecimento é um processo natural próprio do ciclo de vida e tem de ser vivido com qualidade, dignidade, saúde e autonomia o mais tempo possível.
Para promover um envelhecimento saudável é necessário envolver várias entidades, nomeadamente da saúde, educação, segurança social, meios laborais, aspectos económicos, justiça, planeamento e desenvolvimento rural e urbano, habitação, transportes, turismo, novas tecnologias, cultura e os valores instituídos em cada sociedade e em cada cidadão.
Recomendações para um envelhecimento saudável:
- Informar e formar as pessoas idosas sobre:
*      actividade física moderada e regular;
*      estimulação das funções cognitivas, lendo, jogando;
*      manter uma rotina de sono-vigília;
*      ter uma boa alimentação, hidratação e eliminação;
*      evitar a automedicação;
*      sair, passear, conviver;
*      anular situações domésticas que possam provocar acidentes;
*      informar de serviços disponíveis que permitam segurança e independência, (serviço de telealarme, ajudas técnicas);
*      informar em caso de violência ou negligência quais os organismos de ajuda existentes.

Paula Arsénio