quinta-feira, 21 de abril de 2011

Linha do cidadão idoso


A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas decidiu proclamar o ano de 1999 como o Ano Internacional das Pessoas Idosas, sob o lema: "Por uma Sociedade para todas as Idades", sociedade que se quer baseada no respeito pelos direitos humanos, pelas liberdades fundamentais, pela justiça social e pela participação cívica, designadamente chamando a atenção para um grupo de particular risco - a população idosa.
O Provedor de Justiça neste contexto decidiu criar uma linha telefónica gratuita de apoio aos cidadãos idosos.
A Linha do Cidadão Idoso pretende divulgar junto das pessoas idosas informação sobre os seus direitos e benefícios na área da saúde, segurança social, habitação, obrigações familiares, acção social, equipamentos e serviços, lazer, entre outras, de forma a contribuir para uma participação mais activa dos idosos na vida da sociedade, habilitando-os para um melhor exercício dos seus direitos. Propõe-se igualmente garantir um atendimento personalizado e contribuir para a acessibilidade da informação.
A Linha do Cidadão Idoso 800 20 35 31 funciona todos os dias úteis entre as 9h30m e as 17h30m, existindo um gravador de chamadas fora deste horário. A chamada é inteiramente gratuita.
A questão colocada será tratada directamente pela Linha do Cidadão Idoso ou, caso tal não seja possível, será encaminhada para as entidades competentes ou para os serviços da Provedoria de Justiça, desde que esteja dentro do seu âmbito de actuação.
A Linha do Cidadão Idoso iniciou o atendimento público em 15 de Julho de 1999.
Para que Serve?
Serve para informar e divulgar, junto dos cidadãos que atingiram a maturidade das suas vidas, um grande conjunto de direitos e de benefícios, em áreas tão importantes como, por exemplo:
    Saúde
    Segurança Social
    Habitação
    Equipamentos e Serviços
    Tempos Livres
A Linha do Cidadão Idoso não é uma linha de emergência e não dá consulta jurídica.
Como Funciona?
Do outro lado do telefone encontrará, entre as 9h00 e as 17h00 de cada dia útil, uma voz interessada e atenta que tudo fará para o(a) ouvir, aconselhar e informar e, se necessário, para lhe dar os endereços e os números de telefone que poderá contactar. Se possível, a própria Linha resolverá directamente o seu assunto ou encaminhará a sua reclamação para os serviços da Provedoria.
Fora desta hora poderá sempre deixar a sua mensagem. Será sempre contactado.
Porquê uma Linha do Cidadão Idoso?
Porque as pessoas têm direito a:
    Segurança Económica
    Condições de Habitação
    Convívio familiar e comunitário
    Respeito pela sua autonomia pessoal (cf. CRP art.º 72

Esta é uma informação que todos nós cidadãos devemos saber.
Como Gerontologos e cidadãos civilizados que somos, compete-nos informar, ajudar, proteger e denúnciar alguma situação menos correcta que ocorra sobre uma classe que no nosso País é muito exposta á violência, solidão e abandono, "OS IDOSOS" .
Um idoso bem informado torna-se menos vulnerável.

Paula Arsénio

terça-feira, 19 de abril de 2011

“ Segurança Social encerra Lar de idosos que proprietária tinha abandonado”

Resumo do artigo:
A Segurança Social encerrou na Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011, um Lar de Terceira Idade, conhecido como Lar da Sofia, situado no Casal Chuabo, Várzeas, no concelho do Cartaxo, que acolhia 16 idosos.
Este Lar foi fechado devido às queixas das funcionárias e dos familiares dos utentes ninguém sabia do paradeiro da proprietária do Lar.
Maria Fernanda Alves denunciou a situação do Lar onde a sua mãe se encontrava, a sua mãe fazia-lhe queixas regularmente, dizia-lhe que a alimentação não era boa, que lhe cheirava a urina e que a roupa da cama não estava em condições.
Maria Cecília diz que no Dia de Natal foi visitar a sua mãe, e que ela tremia de frio e estava tapada apenas com um cobertor de bebe e não havia aquecedores.
Nesse dia esteve apenas uma funcionária a tomar conta dos idosos todos, desde as 7 da
manha até à meia-noite.
Os Familiares que estiveram no Lar de Terceira Idade, quando foi encerrado viram que a casa de banho não tinha as mínimas condições de higiene, que os tectos estavam pretos e que nas camas existiam cobertores pequenos pouco quentes.
Maria Fernanda Alves diz que os idosos no dia anterior comeram porque uma funcionária
comprou comida e uma botija de gás com o seu próprio dinheiro.
Alguns Familiares de alguns idosos não sabem onde vão coloca-los, a Segurança Social
forneceu uma lista de nomes de Lares do Distrito de Santarém, ondes estes  poderão ser  encaminhados.
Fernanda Alves debate-se com um problema, pois não tem espaço para acolher a sua mãe.
Artigo publicado no Mirante, a 13 de Janeiro de 2011.
A minha opinião:
Na minha opinião, muitos idosos são colocados em Lares, porque os seus familiares muitas vezes não tem tempo para lhes dar atenção, não tem espaço para os ter em casa e muitas vezes o espaço não esta, adaptado a eles.
Mas a maior parte dos idosos que estão colocados em Lares, foram abandonados pelas suas famílias, ou porque sofriam de maus-tratos por parte dos seus familiares.
O  problema do abandono de idosos é um problema do século XXI caracterizado pela destruturação familiar, que empurra para situações de Exclusão “os membros mais problemáticos” da família, empurrando-os assim também para uma situação de Exclusão Social. Neste caso o “problema” é o idoso e a sua falta de autonomia impostas pela
debilidade física e mental. Por outro lado um idoso autónomo que é forçado pela família a ir para um Lar sente-se excluído e abandonado.
Excluído pela sua própria família desvalorizado como se já não tivesse nada para dar e ensinar, e como não tendo direito a qualquer reconhecimento ou apreço.
Muitos idosos não querem ir para um Lar, pois pensam que a sua família já não gostam deles, e muitos não querem deixar as suas casas porque tem lá as suas recordações e ao pensarem que vão para um Lar pensam que vão perder essas recordações e o resto da sua autonomia.
Colocar  um idoso num Lar tem pros e contras e deve ser muito bem ponderada e onde o principal interveniente, o idoso, deve ser ouvido e respeitado acima de tudo. A falta de respeito pelo idoso é o primeiro passo para a sua Eclusão.
Rita Fernandes  

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ALERTA SENIORES - 10% esperam um mês em casa pelos cuidados de saúde do Estado

Dentro de 40 anos, os indivíduos acima dos 75 anos serão 1/3 da população, estima o INE. Neste cenário, cuidados de saúde e ajuda nas tarefas do dia-a-dia, como a higiene pessoal, preparação de refeições e limpeza da casa, são uma preocupação cada vez maior. Um sistema de cuidados bem articulado pode evitar a institucionalização em lares, assegurar a permanência junto da comunidade e proporcionar mais autonomia.
Mas um inquérito efectuado para a Deco Proteste a quase 3 000 europeus, 1049 dos quais portugueses, mostra que as respostas do Estado, nomeadamente do SNS e Segurança Social, não são suficientes para suprir as necessidades.
Os cuidados médicos e de enfermagem lideram as necessidades dos entrevistados que pediram ajuda ao domicílio (1/4 dos casos). A maioria dos inquiridos que solicitaram cuidados de saúde têm mais de 75 anos. Trata-se sobretudo de indivíduos com dificuldades financeiras (80% das situações), no mesmo estudo 10% referiram ter esperado mais de 1 mês para começarem a beneficiar, o que é revelador de uma resposta insuficiente do SNS.
Mandatadas pela Segurança Social e Ministério da Saúde, as Juntas de Freguesia devem fazer um levantamento das necessidades dos idosos em diversas áreas:
- saúde;
 - refeições;
- higiene;
- limpezas;
- acompanhamento diurno e nocturno.
Se não tiverem possibilidade, a competência deverá ser transferida para o organismo com melhor conhecimento no terreno (IPSS, Misericórdias, etc.). A partir desta informações, será possível criar um sistema integrado de serviços. A procura é cada vez maior e a oferta insuficiente e nem sempre adequada. Como país, temos de organizar-nos para proporcionarmos qualidade de vida a quem mais precisa.

Fonte: www.deco.proteste.pt 322/Março 2011

Teresa Castanheira

domingo, 17 de abril de 2011

BIODANZA

O que é a Biodanza?

"A Biodanza não é somente um conjunto de exercícios com músicas ou um sistema convencional de expressão das emoções, mas sim, uma nova visão da Vida, um processo de desenvolviemnto humano, de integração da identidade, de transformações internas e desenvolvimento das potencialidades humanas. Trata-se de aprender a 'dançar a vida' e descobrir o 'prazer de viver'." Rolando Toro





É um sistema de integração humana, renovação orgânica, reeducação afectiva e reaprendizagem das funções originárias da vida.A  sua metodologia consiste em induzir vivências integradoras por meio  da música, do canto, do movimento e de situações de encontro em grupo.

o processo de integração actua mediante a estimulação das funções primordiais de conexão com a vida, que permite a cada indivíduo integrar-se a si mesmo, à espécie e ao universo.

é a acção sobre a auto-regulação orgânica induzida principalmente mediante estados de transe que activam processos de renovação celular e regulação global das funções biológicas, diminuindo os factores de desorganização e stress.

a capacidade de estabelecer vínculos com as outras pessoas.

aprender a viver a partir dos instintos. O instinto é uma conduta inata, hereditária, que não requer aprendizagem e se manifesta mediante estímulos específicos. Tem como objectivo conservar a vida e permitir sua evolução.

a experiência vivida com grande intensidade no aqui-agora com qualidade ontológica, ou seja, projecta-se em toda a existência.


Foi criada na década de 60 por Rolando Toro Arañeda, psicólogo e antropólogo chileno, que inspirou-se nas fontes antropológicas e etológicas.
Cada participante é convidado a descobrir as próprias respostas vitais e a conduzir a sua forma de expressão e acção no mundo, reforçando o seu desenvolvimento, equilíbrio inter-orgánico e existencial .A Biodanza é um sistema que abarca a totalidade da vida humana com o seu modelo teórico-operacional de grande coerência e comprovado cientificamente na sua eficácia.
As vivências em Biodanza estão orientadas para estimular os potenciais de vitalidade, sexualidade, criatividade, afectividade e transcendência, denominados linhas de vivência.

Este artigo foi tirado do site:
http://www.biodanza-geane.com

 Tive conhecimento da biodanza através de uma senhora que entrevistei no Jardim da Estrela que falou maravilhas desta actividade , que depois de ter ido a este site fiquei com vontade de conhecer melhor. Espero que o leitor deste pequeno artigo sobre a biodanza também fique com a mesma curiosidade.

Yola Leite




quinta-feira, 14 de abril de 2011

A arte de evelhecer

Gerontologia, a profissão de futuro em Portugal

publicado17:1416 janeiro '09

A profissão de gerontólogo foi hoje apontada, num encontro em Bragança, como uma das que mais futuro tem em Portugal com um vasto mercado para explorar a nível institucional e na criação de próprio emprego.

Abrir uma empresa de "old-sitter" para prestar a idosos serviços idênticos aos das "baby-sitters" para crianças, de ama de companhia, ou prestação de cuidados a seniores são apenas alguns dos possíveis projectos para estes novos profissionais hoje defendidas.
As sugestões foram deixadas num encontro, em Bragança, que juntou estudantes de Gerontologia dos cursos de Bragança, Aveiro e Viana de Castelo.
Estes cursos existem também no Porto e, embora todos sejam recentes, já formaram cerca de 200 profissionais com competências para darem resposta a um público crescente, devido ao envelhecimento da população portuguesa.
Luís Jacob, professor no curso de Gerontologia da Escola Superior de Saúde de Bragança - e responsável pela rede nacional de universidades da Terceira Idade, que reúne 121 estabelecimentos em Portugal - sustentou que as universidades seniores são uma área a explorar pela Gerontologia, que considera das profissões de futuro em Portugal.
Estes novos profissionais, segundo afirmou, reúnem uma série de competências necessárias aos serviços já existentes para idosos e capazes de criarem novas respostas.
Um levantamento feito pelos responsáveis dos cursos revela que mais de metade dos gerontólogos recém formados estão a trabalhar, alguns ainda em estágios, parte em instituições de solidariedade social e outros no sector privado.
Para Luís Jacob, as instituições de solidariedade necessitam destes profissionais para orientarem os seus lares e outros equipamentos destinados a idosos, pelo que vê aqui uma parte importante de mercado de trabalho para os novos profissionais.
Porém, o docente realça que o número de idosos institucionalizados não chega a 10 por cento da população, existindo um universo de 90 por cento para explorar com novas respostas.
De outros países, como a vizinha Espanha, chegam exemplos de serviços, nomeadamente a recuperação do conceito das damas de companhia, até mesmo em lares da Terceira Idade, ou a criação de serviços de "old-sitter".
A área do turismo sénior, ou a prestação dos mais diversos cuidados aos idosos, são outras vertentes apontadas como exemplos para os gerontólogos explorarem na criação de emprego próprio.
Um caso concreto referido foi o de uma empresa, a "Old Care", criada recentemente em Bragança - a primeira do género na região - por um recém-formado gerontólogo, que presta vários serviços, designadamente assistência domiciliária, acompanhamento, cuidados de enfermagem, telemedicina, venda de equipamentos e eliminação de barreiras arquitectónicas.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA

A Hidroginástica

Segundo Vanessa Angeli(2009), professora de Educação Física e pós graduada do curso de Saúde e medicina Geriátrica da Metrocam, esta prática surgiu na Alemanha para atender inicialmente um grupo de pessoas de mais idade e que precisavam de practicar uma actividade física segura, sem causar riscos ou lesões articulares e que lhes proporcionasse bem-estar físico e mental.
A resistência natural da água multiplica o esforço exigido por um movimento, mas por outro lado, a água responde na mesma intensidade a uma força aplicada sobre ela, assim, a resistência oferecida pela água é proporcional à força do movimento, desta forma, permite que qualquer pessoa consiga fazer um exercicio dentro da água, independentemente do seu condicionamento fisico.
A Hidroginástica ofereçe várias vantagens, entre elas podemos salientar que:

- Aquece simultâneamente diversas articulações e musculos
- Facilita o aumento gradativo da amplitude articular
- Fortaleçe a musculatura sem riscos
- Ganho de estabilidade e equilíbrio

Podemos assim concluir que podemos indicar esta actividade à população sénior.


Cristina Braz

terça-feira, 12 de abril de 2011

"Quero que me oiças sem me julgares
Quero que me dês a tua opinião sem me aconselhares
Quero que confies em mim sem me exigires
Quero que me ajudes sem tentares decidir por mim
Quero que cuides de mim sem me anulares
Quero que olhes para mim sem projectares as tuas coisas em mim 
Quero que me abraces sem me asfixiares 
Quero que me animes sem me empurrares
Quero que me apoies sem te encarregares de mim 
Quero que me protejas sem mentiras 
Quero que te aproximes sem me invadires
Quero que conheças as coisas que mais te desagradem em mim 
 Que as aceites e não pretendas mudá-las
Quero que saibas... que hoje podes contar comigo....
Sem condições."

In Contos para Pensar, Jorge Bucay


Deolinda



domingo, 10 de abril de 2011

A Doença de Parkinson - Dia Mundial de Parkinson (2011.04.10)

“Não tenho medo de morrer, não estou preocupado com isso. Tenho medo de não viver bem. A progressão do Parkinson é controlada. Tenho muita coisa para fazer, como escrever. O Parkinson não é diferente de qualquer outra situação do ser vivo, não pode ser usado como um trunfo nem como uma desvantagem. Depois que fiz 50 anos comecei a sair da garantia. Portanto, não existe nada de excepcional em ter Parkinson. Quando o médico te diz que você sofre de uma doença degenerativa e irreversível, é natural. Isso não é um privilégio do Parkinson, a condição humana é essa mesma. As pessoas vivem como se fossem eternas. Vivemos uma perda progressiva da vitalidade, da juventude. Em compensação, vamos ganhando sabedoria. Tem gente que bebe demais, eu tenho Parkinson.”

Paulo José, actor brasileiro que sofre da Doença de Parkinson





 ... , Doenças Mentais e Drogas de Neuro Med92: Doença de Parkinson


Deolinda de Brito, nº 04, 1º ano de Gerontologia Social
2011.04.11

Violência contra os mais Velhos - (Parte II)

Aproveito o tema da Inês, para acrescentar e transcrever uma parte de um artigo que foi publicado pela jornalista Sílvia Caneco no Jornal I no dia 7 de Abril de 2011
Açores formam técnicos
“…Apesar de as denúncias de maus-tratos contra os idosos terem aumentado 300% entre 2009 e 2010 nos Açores, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) vai formar este mês 40 técnicos que trabalham em instituições nas áreas da saúde e apoio a pessoas idosas, como centros de dia e lares, em São Miguel e na Terceira. A APAV entende que os crimes de violência contra idosos aumentaram na sequência de “uma maior consciencialização para estes casos e tenciona continuar a investir na formação, já que “os idosos raramente efectuam a denúncia” e são estes técnicos “ quem mais próximo está de poder identificar situações de crime”.
A formação pretende despertar os técnicos para a necessidade de prevenção não só de situações de violência doméstica, mas também de “outras que não são tão facilmente detectadas” como é o caso do “internamento num lar sem o consentimento do idoso, a apropriação de reformas ou excesso de medicação”, explica Helena Costa, da APAV/Açores.
A técnica alerta para a tendência dos idosos de se remeterem ao silêncio por os crimes serem cometidos por familiares de quem dependem e por haver “pouca consciência de que decisões como a da gestão de uma reforma ou de um internamento num lar não poderem ser tomadas sem o consentimento do idoso”. Nos casos em que os pedidos de entrada em lares são feitos por pessoas ainda autónomas, os sentidos dos técnicos devem ficar imediatamente de alerta. “Há idosos que são internados, por exemplo, na sequência de uma doação forçada dos seus bens patrimoniais”, alerta Helena Costa, que defende que “ a entrada em qualquer lar devia obrigar à assinatura de um termo de consentimento” para evitar internamentos forçados.
Apesar de muitos casos de internamento dos idosos açorianos não reflectirem negligência da família – já que em muitos casos os familiares emigraram -, os lares “deveriam ser sempre a ultima alternativa”, na perspectiva da responsável pelo gabinete da APAV nos Açores. Os centros de dia e o apoio domiciliário “permitem que a pessoa se sinta mais integrada na comunidade não seja afastada repentinamente do seu espaço e das sua rotinas”.
    Cito Sílvia Caneco – Jornal I do dia 7 de Abril de 2011
                             Gracinda Silva